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Cabina (cabine): local onde se acha instalado o comando
da sinalização e da movimentação das chaves.
Existem cabinas de controle mecânico (por meio de alavancas em
conexão com os sinais e chaves) ou automático (elétrico).
Certas cabinas controlam ainda as porteiras das passagens de nível.
Cancela (porteira): estrutura móvel de madeira
ou metal para fechar uma passagem ou cruzamento com rua ou estrada de
rodagem.
Carga: tudo aquilo que se transporta de qualquer modo
e por qualquer meio. A palavra carga pode ser empregada, no sentido amplo,
para designar as bagagens, encomendas, mercadorias e animais, entre outros.
Carro controle: aquele capaz de registrar graficamente
a situação do alinhamento, nivelamento e bitolamento da
via.
Cavalo de força (HP): unidade de potência
que corresponde ao trabalho realizado em um segundo, para elevar 550
libras a um pé de altura (550 foot-pounds/second).
Cavalo-vapor (CV): unidade de potência que
corresponde ao trabalho realizado em um segundo, para elevar 75 kilogramas
a um metro de altura.
Centro de controle operacional (CCO): órgão
que centraliza e controla as atividades técnicas da Operação.
Composto pelo Posto de Controle Central de Auxiliares (PCC-A), Posto
de Controle Central de Tráfego (PCC-T), Posto de Controle Central
de Energia (PCC-E) e Posto de Controle Central Geral (PCC-G).
Chave: é outra denominação dada
aos Aparelhos de Mudança de Via (AMV).
Chave falsa: chave colocada em determinados pontos
(como saídas de pátios com grandes declives) para desviar
vagões para desvios mortos ou mesmo descarrilá-los em
casos de disparos, visando evitar acidentes mais graves.
Chave com travador elétrico: chave operada
manualmente com travador elétrico. Travada em posição
normal, a fim de impedir que venha a ser utilizada sem prévia
autorização.
Comboio: trem, série de carros e vagões
rebocados por locomotiva.
Composição: o conjunto de carros e/ou
vagões de um trem, formado segundo critérios de capacidade,
tonelagem, tipos de mercadorias, etc.
Container: tipo de embalagem especialmente construída
para o transporte de mercadorias em vagões de estrada de ferro,
navios e caminhões. Consiste em uma caixa com tamanho e formato
convenientes para o melhor aproveitamento do veículo transportador
e facilidade de movimentação (carga, descarga, baldeação,
etc.).
Contratrilho: pedaço de trilho curvo nas extremidades,
colocado paralelamente ao trilho da linha, para impedir a roda de descarrilar
(nas passagens de nível, pontes, cruzamentos) ou ainda evitar
que o friso da roda se choque com a ponta do jacaré ou da agulha
(nas chaves). Trilhos de comprimento adequado, colocados junto aos trilhos
externos e de um lado e outro do coração do AMV, tendo
por finalidade "puxar" o rodeiro para fora, evitando que os
frisos das rodas se choquem contra a ponta do coração.
Trilho ou outro perfil metálico, assentado na parte interna da
linha, destinado a guiar a roda e, ainda a protegê-la de impactos
nas passagens de nível.
Cruzamento: interseção de uma via férrea
com outra; peça usinada com trilho e contra-trilho, ou peça
maciça com caminho de friso, que permite à roda seguir
em uma das vias atravessando a outra.
Dormente: peça de madeira, concreto, concreto
protendido ou ferro, onde os trilhos são apoiados e fixados e
que transmitem ao lastro parte dos esforços e vibrações
produzidos pelos trens.
Dormente de aço: aquele fabricado de aço
laminado e prensado, de acordo com dimensões e perfil pré-estabelecidos.
Dormente de concreto: feitos em concreto armado,
podem ser de concreto protendido, bi-bloco (concreto e aço) e
polibloco.
Dormente de madeira: feitos de madeira, atendem a
especificações em que são fixadas as qualidades
da madeira, dimensões, tolerância, etc.
Fogueira de dormentes: estrutura de emergência
construída de dormentes trançados e travados.